Biografia

Álvaro Santi nasceu em Lajeado RS, em 1964. Graduado em Música e Mestre em Letras pela UFRGS, Especialista em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (Espanha)-Itaú Cultural. Na Secretaria da Cultura de Porto Alegre (SMC), atua desde 1996 como técnico em cultura, onde criou e coordenou o primeiro observatório de cultura municipal do país, com apoio do Programa Barcelona Solidária, Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e da Rede CGLU-Cidades e Governos Locais Unidos-Agenda 21 da Cultura. Integrou a Câmara/Colegiado Setorial de Música (2005-9) e o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC, 2008-9), junto ao Ministério da Cultura, como representante da sociedade civil. Desde 2013, é membro do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre.


Como autor, lançou em 2019 Nenhum Amor Igual ao Meu (Ed. Patuá), seu sexto livro de poesia. Anteriormente, publicou Luta+vã (Ed. Libretos, 2012)premiado como Livro do Ano pela Associação Gaúcha de Escritores (AGES); A aposta dos deuses (Independente, 2007), Dança das Palavras (IEL, 1998), O primeiro anel (SMC, 1996) e Viagens de uma caneta por meus estados de espírito: poemas escolhidos (UFRGS, 1992), premiado com o Troféu Armindo Trevisan/Prêmio UFRGS de Literatura; além de participação em várias antologias. Publicou ainda o ensaio Do Partenon à Califórnia: o Nativismo gaúcho e suas origens (UFRGS, 2004), sobre a poesia dos festivais de música nativista; além de diversos artigos sobre políticas culturais, apresentados em eventos nacionais e internacionais.

Como compositor, intérprete e instrumentista, lançou em 2011 o CD Trem da Utopia, com a banda "O Caixaprego", tendo se apresentado em Porto Alegre (Teatro Renascença, Teatro de Arena, Beco das Garrafas), Goiânia (UFG), Rio Branco (Cine-Teatro Recreio) e Lajeado RS (SESC).  Também participou de festivais no interior do RS e compôs trilhas sonoras para teatro.

Na Secretaria Municipal da Cultura, atuou também na programação e produção de espetáculos musicais em projetos como Cultura Pura Aqui, Música no Museu, Chorinho na Godoy e Recitais na Radamés. De 2004 a 2009, gerenciou o Fumproarte - Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural, finalista nas categorias de gestão pública dos prêmios Cultura Viva (MinC/Petrobrás, 2006 e 2007), Gestão Pública e Cidadania (FGV-SP/BNDEs/Fundação Ford, 2005) e Estadão-SERASA (2002). Integrou comissões julgadoras do Programa Petrobrás Cultural (2008-9), na categoria Circulação de Espetáculos Musicais, do Edital Procultura/FUNARTE para apoio a palcos permanentes de música (2010-11), e do Programa de Fomento à Produção em Música de Pernambuco (Fundarpe/Funcultura, 2018) além dos Prêmios Açorianos (Música e Literatura) em diversas edições, Concurso Poemas nos Ônibus e a Comissão de Avaliação e Seleção do FUMPROARTE (2000-2003).

Foi docente convidado no Curso de Especialização em Gestão e Ações Culturais da UNIOESTE-PR, onde ministrou a disciplina “Política Cultural: campo de estudo e ação”.

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